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Osteoporose,Osteoartrose e Artroplastia
Osteoporose,Osteoartrose e Artroplastia

 

Osteoartrose e artroplastia total de joelho.

 
Uma das principais indicações de cirurgia de artroplastia total de joelho (ATJ) e quadril é a osteoartrose. Na verdade, apenas o diagnóstico de osteoartros não é motivo forte o bastante para justificar a indicação deste procedimento cirúrgico. Outros fatores devem ser levados em consideração tais como:
(1) Idade do paciente - A vida útil de uma prótese de joelho gira em torno de 10 anos. Considerando a que expectativa de vida da população brasileira está em torno dos 70 anos, caso um indivíduo de 40 anos seja submetido a este procedimento, ele poderá ainda ter de passar por várias revisões desta prótese ao longo de sua vida, cada uma destas revisões acarretando o risco inerente da própria cirurgia além da dor e risco de complicações. Portanto, mesmo que o indivíduo sinta dor e tenha limitações opta-se por adiar ao máximo a artroplastia.
(2) Gravidade dos sintomas - Presença de rigidez e dores intensas e incapacitantes são fatores que pesam bastante na indicação da abordagem cirúrgica.
Segue abaixo alguns comentários sobre osteoartrose e ATJ

A osteoartrose (AO) é um distúrbio degenerativo crônico que atinge as articulações sinoviais sendo considerada a principal enfermidade reumática do ocidente afetando de 30 – 40 % da população com idade superior a 50 anos, acarretando considerável impacto sócio econômico e sendo responsável por dor e incapacidade, principalmente entre os idosos.
De acordo com estatísticas norte-americanas, trata-se da segunda causa de incapacidade para o trabalho entre homens com mais de 55 anos de idade, superada apenas pelas doenças coronarianas. No Brasil, a OA ocupa o terceiro lugar na lista dos segurados da Previdência Social que recebem auxílio-doença, ou seja, 65% das causas de incapacidade, estando atrás somente das doenças cardiovasculares e mentais.
Pacientes com quadro avançado de OA de joelho podem desenvolver quadro álgico persistente e de difícil controle. Para estes pacientes, a cirurgia de substituição articular (artroplastia) é uma opção a ser considerada. A artroplastia consiste basicamente na ressecção e substituição articular com implantação de próteses de polietileno, metal e outros materiais sintéticos, sendo indicada principalmente para pacientes que apresentem comprometimento progressivo da independência das atividades de vida diária. Por se tratar de uma cirurgia eletiva, longas filas de espera por são comuns nos hospitais públicos do Brasil. O período de espera, muitas vezes medido em anos, acarreta grande sofrimento individual e comprometimento da qualidade de vida. Otratamento cirúrgico é indicado apenas em pacientes sintomáticos nos quais a dor seja responsável por limitações progressivas em suas atividades de vida diária (AVD) e não responda ao tratamento farmacológico. Neste estágio os pacientes devem ser encaminhados a um ortopedista para avaliação de indicação cirúrgica. Em indivíduos selecionados, a artroplastia total de joelho (ATJ) é capaz de reduzir a dor e gerar uma melhora funcional. Obviamente este procedimento é a alternativa final de tratamento para muitas pessoas.
A mobilidade é o maior determinante de incapacidade nesta população, sendo fortemente influenciada pela dor e pela redução da força muscular, as quais geram alterações da marcha e também uma maior predisposição à quedas
. Diversos trabalhos demonstram que indivíduos com OA de joelho apresentam redução da força muscular de quadríceps, sendo incapazes de alcançar a força máxima de contração deste músculo. Alguns autores sugerem que esta redução da força contração muscular voluntária pode não ser apenas resultado da atrofia por desuso, mas ocorrer principalmente devido a uma disfunção muscular denominada inibição artrogênica. Este fenômeno está associado à geração de inputs aferentes alterados da articulação do joelho, os quais geram uma redução da estimulação do motoneurônio eferente do quadríceps, comprometendo a geração máxima de torque deste músculo .
 

Osteoporose

 
 
 
Quais são os sintomas da osteoporose?
- Fracturas com pequenos traumatismos (especialmente das vértebras, anca e punho) - Perda de altura superior a 2,5 cm - Aparecimento de corcunda ou ombros descaídos para a frente - Dor nas costas, súbita, intensa e inexplicável
A forma do seu corpo muda por causa da osteoporose - A altura diminui - A parte de cima das costas torna-se arredondada
(corcunda) e a cabeça e os ombros inclinam-se para a frente - As costelas encostam nos ossos da bacia e a cintura fica mais larga - O abdómen fica mais proeminente - A parte de baixo das costas fica mais plana
Algumas consequências para o seu dia-a-dia
- Não consegue chegar aos armários como antigamente - A roupa deixou de assentar tão bem (p.ex. a gola fica mais afastada da nuca, os casacos e camisas levantam atrás e as saias e vestidos empinam à frente) - Sente-se rapidamente enfartada, mesmo com pouca comida - Tem a sensação que as costelas a estão a furar

ALIMENTAÇÃO:

Uma alimentação variada e equilibrada é muito importante para uma vida saudável porque ajuda a prevenir muitas doenças (p.ex. diabetes, doenças cardiovasculares, osteoporose, obesidade).

EXERCÍCIO FÍSICO:

 

Uma vida activa e a prática regular de exercício físico são muito importantes para a saúde dos ossos, em todas as fases da vida: durante o crescimento e até aos 30-35 anos ajudam a obter um bom pico de massa óssea e a partir dessa idade contribuem para que a perda óssea seja mais lenta ou estabilize.
Mesmo que já tenha osteoporose ou tenha sofrido uma fractura deve fazer exercício físico e evitar ter uma vida muito sedentária. O exercício vai ajudar a:
- manter a massa óssea e reduzir o risco de fractura - melhorar a força muscular e permitir uma melhor postura - melhorar o equilíbrio e diminuir o risco de queda - reduzir as dores crónicas da coluna - prevenir ou diminuir as deformações da coluna provocadas pela osteoporose. Nem todos os exercícios são bons para quem tem osteoporose e não deve começar qualquer programa sem falar com o seu médico.
O exercício adequado para si vai depender da gravidade da sua osteoporose, da existência de outros problemas de saúde e da sua forma física.
Regra geral não deve fazer mais que três sessões de exercício por semana, com duração de 30 minutos cada uma.
O que pode fazer Os melhores tipos de exercícios para quem tem osteoporose são:
- exercícios com carga: marcha, dança e aeróbica de baixo impacto - exercícios com resistência: usando pesos livres, aparelhos ou fitas de borracha
Uma óptima actividade para quem tem problemas de equilíbrio é o Tai-Chi, uma forma muito suave de artes marciais que melhora o equilíbrio, a postura e reduz as quedas.
A natação, por não ser feita em carga, não é recomendada quando se pretende aumentar a massa óssea. No entanto, se já teve fracturas vertebrais, a natação e a hidroginástica suave podem ser bons exercícios, uma vez que a impulsão da água reduz o esforço necessário, reduz a probabilidade de ter dor na execução e ajuda a melhorar a força muscular.
Prevenção da deformação e da dor As deformações da coluna vertebral e as dores crónicas nas costas podem ser reduzidas através da prática de exercícios que fortalecem a musculatura da coluna, do tórax, dos ombros e dos abdominais.
Depois de aprender estes exercícios com um terapeuta, poderá executá-los em casa, de forma regular.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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