Livre- das dores....
Livre- das dores....

Cloreto de magnésio

 

O magnésio é de enorme importância no uso do dia a dia, todo mundo deveria tomar, porque
os alimentos hoje estão pobres de magnésio. O motivo é simples demais, é que as plantas
precisam muito do magnésio para respirar. O mecanismo clorofílico delas - isto é, a fixação do
gás carbônico e eliminação do oxigênio - é o contrário do que nós fazemos. Na planta quem faz
é a clorofila através do magnésio.

Acontece que o adubo químico que se usa hoje em dia é o NPK - nitrogênio, fósforo e
potássio. Não se repõe o magnésio na terra. Antigamente - quando as cidades eram todas de
casas que tinham fossa - o magnésio que é eliminado pelas fezes voltava para o lençol freático.
Mas hoje vai tudo para os rios e para o mar, havendo pauperização crescente de magnésio nas
terras.
As duas funções mais importantes do magnésio são regular o metabolismo do cálcio no
organismo e fixar cálcio onde deve haver e eliminar cálcio onde não deve haver. As
calcificações na coluna, as calcificações nas articulações, as calcificações nas artérias,
ocorrem por essa carência de magnésio. As calcificações nos rins, cálculos de oxalato de
cálcio, ocorrem por falta de magnésio. Basta dar magnésio para o paciente que ele derrete
esses cálculos renais, que não sejam os de urato e fosfato.

O professor Pierre Delbet, médico, usava o magnésio para lavar as feridas na guerra de 1914
a 1918, sem saber o porquê. Depois ele descobriu que o magnésio ativava também o Sistema
Imunológico. A prova disso é que, na França, o mapa do câncer e o mapa do magnésio
mostram que na metade sul da França terras têm muito magnésio e a mortalidade por câncer
era de menos de 3,5% (três e meio por cento). E no norte da França, em que as terras são
pobres de magnésio, mais de 8,5% (oito e meio por cento) das pessoas morriam de câncer

Dosagem do uso do magnésio
Para preparar é a coisa mais simples: 20g (vinte gramas) ou duas colheres de sopa das rasas
em 1 (um) litro de água. Se a pessoa não tiver nada, como suplemento alimentar, tomar 1
(uma) xícara das de cafezinho por dia. Mas se a pessoa já tiver coluna com osteófítos (bicos de
papagaio), artrose, tomar 2 (duas) xícaras das de cafezinho por dia dessa solução de cloreto de
magnésio. No caso de cálculo renal, eu chego a dar 3 (três) por dia, quando os cálculos são de
oxalato de cálcio.
Para lavar as feridas não se usa essa solução forte de 20g (vinte gramas) em 1 (um) litro
d’água. Usa-se uma solução que fica isotônica, 20g (vinte gramas) em 2 (dois) litros de água.
Essa solução funciona melhor do que desinfetantes. Porque, além de funcionar como
desinfetante, ela estimula o Sistema Imunológico no local.

 

E nos casos das verrugas?

As verrugas ocorrem por falta de magnésio. E devido a essa deficiência os vírus conseguem
se multiplicar, criando verrugas.

E se o cloreto ficar úmido dentro do frasco?
Não tem problema, nenhuma importância, o sal não tem tempo de validade, o magnésio não
tem tempo de validade, é eterno.

Cálculos renais

A falta de magnésio é que causa os cálculos renais de oxalato de cálcio. O cálcio se precipita e
se fixa ao ácido oxálico contido na batata, tomate, espinafre, etc., gerando os cálculos renais
de oxalato de cálcio

Existem outros tipos de cálculos renais?

Existem os de uratos produzidos pelas carnes - principalmente vísceras - e os de fosfato, que
provém dos legumes que têm fosfatos.

O Cloreto de Magnésio freia as metástases do câncer?

Não, isso, frear, eu não digo; mas eu digo, pelo menos retarda, como o professor Pierre Delbet
provou no seu livro “A política preventiva do câncer”. O indivíduo - usando uma quantidade
suficiente de magnésio a vida inteira - tem a possibilidade de ter câncer incomparavelmente
menor do que quem tem carência de magnésio.

Há contra-indicação para o uso do Cloreto de Magnésio?

O único caso que existe é se a pessoa tiver insuficiência renal. Porque o magnésio em
excesso se elimina pela urina. Agora se a pessoa não estiver urinando, aí pode passar de uma
hipomagnesemia - que é o comum - para uma hipermagnesemia. Mas só se a pessoa não
estiver urinando normalmente.

Dosagem correta do Magnésio

Por exemplo, uma coisa errada: o cloreto de magnésio vendido nas farmácias na dose de 33g
(trinta e três gramas), se dissolver em 1 (um) litro de água pode ser laxante. Aí está realmente
excessivamente concentrado, teria que ser 20g (vinte gramas) em 1 (um) litro. Ou essas 33g
(trinta e três gramas) devem se dissolvidas em 1 ½ (um e meio) litro de água.

O IDEAL É O CLORETO DE MAGNÉSIO VENDIDO EM FARMÁCIAS DE MANIPULAÇÃO.

Como elas vendem pacotinhos de 33 gr, dissolva em 1,5 litro (1,65 litro) de água, para que fique na
concentração ideal.
Conforme ensina o Dr. Moura, 20 gramas por litro de água. Deixe na geladeira e tome de 1 a 3 xícaras de
café (copinho descartável de café) por dia.
(1 copinho descartável ~= 30 ml)

 

A concentração ensinada neste artigo abaixo do Padre Beno, de 33 gr por litro é forte, por isso muitas
pessoas achavam que tinham intolerância ao cloreto de magnesio

1. O Segredo do Magnésio – É indispensável conhecê-lo. Todos nós nascemos de uma única
célula, que se multiplica, até a a idade adulta, em cerca de 100 trilhões de células variadas, que nos
dão calor e energia. Enfileiradas, dariam uma volta ao mundo, ou mais.

• CÉLULA SADIA – Cada célula tem no seu interior um pequeno núcleo, tido como sede da vida,
com toda a programação da primeira célula. O núcleo consiste de enorme conjunto de átomos, em
forma de rede espiralada, onde aqui e ali há um átomo de magnésio, tipo “borrachinha” - este é o
segredo! Tais células são flexíveis e ativas, como o corpo todo. Na formação das novas células, o
magnésio escolhe as substâncias programadas, todas de origem animal, como único material de
construção, ao menos até os 6 anos de idade, para dar acabamento ao cérebro e evitar deficiência
mental. Assim, cada célula sabe e segue o programa da primeira célula, sem faltar um cabelo
sequer. Nos adultos, a célula-mãe se desfaz, para evitar o “gigantismo”. O magnésio constrói as
células.

• CÉLULA DOENTE – Se faltar magnésio na formação das células, invade seu lugar o cálcio, tipo
“pedrinha”. Tais células vão perdendo flexibilidade e atividade, e todo o corpo endurece, envelhece e
se cansa à toa. Aí, o “diabo está solto”... O cálcio mata pelo menos 80% por doenças como
calcificações, artrites, ciáticas incuráveis, câncer, infartos - umas 6 mil doenças. Umas são de doer e
gemer. Outras são de morrer, no duro! Mas agora temos...

• A MAGIA – Basta devolver o magnésio que falta, e ele vai direto aos núcleos chutar fora as
pedrinhas, o cálcio invasor, e retoma seu lugar como “borrachinha”. Assim, o corpo endurecido volta
aos poucos a ser flexível e ativo, pois o magnésio é o restaurador das células. O magnésio, com
seus 18 minerais ajudantes, vai patrulhando até os últimos becos do corpo, limpa as arteriazinhas...
O magnésio chega lá!

2. REFINADOS – Então o bom Deus esqueceu do magnésio nos alimentos? Não! Ele entregou o
domínio da natureza perfeita ao homem racional. A culpa é do próprio homem, obcecado por
paixões de ganância, gula, vaidade... O industrial visa a lucros e refina, retira o “sujinho” dos grãos
de arroz e do trigo, o melaço escuro do açúcar. Do sal marinho, rejeita o magnésio, que umedece, o
iodo, e mais 20 sais salubérrimos. Gaba-se do “progresso”, dos “alimentos brancos”... Desses 4
alimentos básicos, os mais consumidos no mundo, vende a bom preço esses restinhos “sujos” ao
gado, para a sua saúde. Logo, sabe o que faz! No entanto, reserva para si o restante “bagaço
branco” e, doente, corre à farmácia, pagando o cêntuplo por drogas ineficazes. Assim, o homem
“fatura” nada menos que 50% das mortes por câncer...
O que fazer? Compre a farinha de trigo cinzenta e não a branca, que é puro bagaço, e junte ainda
farelo de arroz ou trigo. Arroz, só descasque e não tire o farelo dourado, os sais da saúde. Do
açúcar, apenas evapore a água, pois o açúcar amarelo faz a saúde dos nordestinos e à nossa. O sal
saudável é o que se dá ao gado. Afine-o com uma garrafa sobre a mesa. Tem uns 10 minerais - é
ótimo

2a. ESTRESSE

– É o esgotamento perigoso, por falta de magnésio –

ocupações preocupações, ânsia que gera o começo do estresse, que consome magnésio. Recomeça
o ciclo, sem parar: Menos magnésio dá mais ânsia, mais estresse e menos magnésio, mais ânsia...
até ocorrer o colapso, às vezes fatal. Cura certa: Siga a RECEITA GERAL (item 8) por uns meses,
até sentir-se forte. Siga então o item 14, até o fim.

PREPARO DA SOLUÇÃO – Tenha à mão CLORETO DE MAGNÉSIO P.A. e uns copinhos de
plástico para cafezinho. Encha 1 (um) copinho com esse sal, socando levemente, e o dissolva em 1
(um) litro d’água. Somente isso! Ou dissolva 100g de magnésio em 3 litros. A solução nunca
estraga.
Uma dose é um copinho bem cheio da solução. Ponha uma dose num copo comum e faça uma
marca com adesivo. Daí para cima, ponha água à vontade, para fazer menos amargo. Se em jejum
for laxante, deixe para tomar depois do café

O MEU CASO de quase paralítico, como referência. Aos 55 anos de idade, sentia estranho
peso na perna direita. Aos 65 anos, virou dor intratável. Aos 69 anos formigava toda a perna ao
ficar em pé (sentado, não). Então atinei ser bico de papagaio, já visível aos 55 anos, que calcificara
e apertava o nervo que descia à perna. Fugia da dor sentando e, na cama, enrolado como um gato.
Ouvi de um especialista: “Isso já não é um bico, mas sim um bando de papagaios! Todas as
vértebras estão calcificadas, curvando a espinha. Não tem cura”. Angustiado, apelei
instantaneamente ao bom Deus para dar um “jeitinho”... Pouco depois, o padre Suarez mostrou-me
no livro do padre Puig o uso do magnésio...

MINHA CURA – Comecei com uma dose diária, durante uma semana. Tudo bem! Tomei então
duas doses, sempre sentado ou enrolado até o 20º dia, quando acordei tarde e - vejam só! -
estirado, reto, sem dor. Caminhar sem dor, somente no 30º dia, quando me levantei como que a
sonhar de felicidade, pois nada mais me doía. Pequeno passeio, contudo, me fez voltar o peso de
outrora, mas que em poucos dias também sumiu. Assim, a perna sofrida estava até melhor que a
outra...

EFEITOS SIMULTÂNEOS – Além da ciática, curou logo o coração. Sumiram as pontadas do
fígado. A prostatite aguda em um ano pouco incomodava. Três anos depois, nem sinal dela.
Descalcificou-se a espinha, e em 3 anos fiquei flexível como cobra. A lucidez voltou e o cansaço se
foi. Curei também a erisipela, quando voltou, tomando 3 doses durante 3 meses e matando, por
certo, o último micróbio escondido nas varizes. E fiquei reto! Daí a regra: “Tome o magnésio para
uma doença só e as outras curam junto”. Voltou-me, enfim, a alegria de viver. E o que darei ao bom
Deus pelo jeitinho grátis? De graça o difundirei!

E mais: Em 1993, descobri a cura da psoríase, que escama a pele e é incurável desde a
Antiguidade. Já no desespero, tive uma luz: “O magnésio é o construtor da célula”. Mantive então
úmida com magnésio concentrado a pele afetada e nova pele nasceu. Somente isso!

. CONTRA-INDICAÇÕES – Duas, graves: Insuficiência dos rins e paratireóide (garganta).
Tente devagar, com meia dose diária durante uma semana, duas meias-doses na outra semana,
três meias-doses na 3ª semana, ao levantar, ao meio dia e ao deitar. Tudo bem? Então siga para o
item 8, RECEITA GERAL.

Mas se piorar, diminua a dose ou vá ao médico. O uso desta receita fica a seu critério, ou a
critério de um médico amigo.


8. RECEITA GERAL – Ver as contra-indicações no item 7. Se não houver, tome uma dose diária
durante uma semana. Tudo bem? Então tome uma dose de manhã e uma dose à noite, na segunda
semana. Na fase aguda, uma dose de manhã, ao meio dia e à noite. Passada a fase aguda, volte a
uma dose de manhã e outra à noite, durante meio ano ou mais, até sentir que está bem e com boa
saúde. Para não recair, siga toda a vida o item 14

Com 3 doses diárias, a pressão do sangue pode subir. Se for demais, diminua o sal de cozinha,
tome remédio, ou volte a tomar duas doses. Mas não largue o magnésio, sua garantia.

9. CALCIFICAÇÃO – Que somente o magnésio cura. É o mais comum, uma série de doenças até
mortais: coronárias entupidas, necrose (sem vida), infarto, pontes de safena, coágulos, derrame,
trombose, arritmia, arteriosclerose (sclero=duro), válvulas duras, incrus-tações tipo cera amarela,
colesterol, coluna, ciática... O magnésio tira o cálcio patogênico e o fixa nos ossos, que nunca ataca.
E cura osteoporose. Ver item 8.

10. ARTRITE E ARTROSE, que só o magnésio cura. Artrite, reumatismo, gota, inflamam, com
dor, as articulações nos dedos e no corpo todo. E a artrose as degenera por acúmulo de ácido úrico,
que os rins já não eliminam, por falta de magnésio. Cuidado: Ver item 7, e depois o item 8.

11. CÂNCER, que somente o magnésio evita, e infartos. As células de doentes podem estar
incompletas, por falta de substâncias (refinados, depauperados) ou presença de partículas estranhas
(fumo, tóxicos, radiações, metais pesados). Essas células anormais, presentes em todas as pessoas,
somente se tornam perigosas ao se agruparem, causando lesões, o pré-câncer -- que o magnésio
cura. Ao formar tumor, câncer, o magnésio não cura mais (mas o elixir F. Kotelak2
já curou muito
câncer e diabetes). Nódulos no seio e freqüente câncer em parentes: siga logo a RECEITA GERAL
(item 8). Mas câncer da pele, que dá chagas incuráveis, o magnésio cura em um ano e tanto. Siga o
item 8. Assim você se salva do câncer, de infartos, de quase tudo, simultaneamente.

. INFECÇÕES – O magnésio reforça as defesas naturais do organismo: duplica os glóbulos
brancos, soldados do sangue que matam o triplo de micróbios. O magnésio é ótimo contra
furúnculos, inflamações. Cura erisipela (veja item 6). Em manchas da pele, psoríase, alergias, acne,
tóxicos, feridas - ponha um paninho úmido com magnésio, ou passe com a mão. Para psoríase,
solução concentrada (ver item 6).

13. CIRURGIAS – Na véspera, tome de 3 a 5 doses espaçadas. Cura rápido, sem infecção e boa
disposição.

Saúde para toda a vida

14. DOSAGEM – O adulto precisa o equivalente a 4 ou 5 doses de magnésio por dia. (Cada dose
= 1 copinho plástico, ver item n° 3. Como nossos alimentos refinados não o fornecem tudo isso, é
preciso completar o que falta.

Crianças e adultos até 40 anos – Uma colher de sopa da solução para cada 10 kg de peso, se
estiver doente ou crescendo muito. Se não estiver doente nem crescendo, uma colher para cada 20
kg. Cada copinho de plástico (ver item 3) equivale a mais ou menos 4 colheres.

Adultos, de 40 anos em diante – Um fato novo: aos 40 anos (alguns aos 35 ou aos 30), o
corpo é invadido pelo cálcio, que reprime sempre mais o magnésio. Assim, devemos ir aumentando
o magnésio para controlar o cálcio e evitar as doenças da velhice, continuando flexíveis e jovens.
Aqui vão as doses, por idade:

Dos 40 aos 55 anos, tomar 2 doses espaçadas por dia.
Dos 55 aos 70 anos, tomar 3 doses espaçadas por dia.
Dos 70 anos ao fim da vida, 4 doses espaçadas ao dia.

Assim, complementam-se os alimentos desmineralizados e o corpo se mantém flexível, sem
cansar, sangue puríssimo, coração e outros órgãos sadios, sem infartos, derrames, sem morte
súbita, sem câncer... Em vez do magnésio, você pode comprar sacos de farelo de arroz, com o qual
faz bolinhos, mistura no pão ou nas comidas. Comer uva, com bagaço, mineralizado, sem esmagá-
lo.

A cozinheira deve distribuir nas comidas uma dose de magnésio para cada 3 pessoas, uma vez
por dia. Assim fazem na Finlândia, e toda a família vive saudável. Os maiores de 40 anos devem
completar suas cotas, conforme recomendação acima. O magnésio é alimento inocente: o intestino
somente absorve o necessário.

Ricos em magnésio e sais são: Farelos, melaço, melado, mel, açúcar amarelo em rapaduras com
amendoim, todas as nozes, amêndoas. Também golinhos de água do mar, no banho ou nas comidas
(só golinhos), que contém 30 sais salubérrimos, os mesmos que levam as tartarugas até os 400
anos de idade...

15. Tem gente que não quer tomar magnésio durante toda a vida. Mas o faz com o sal comum, em demasia (prefere a “vida normal”), enquanto o magnésio protege a saúde. Ou você pensa que
para estimar a saúde precisa pegar, às vezes, doenças que custam 1 milhão? Não seja idiota! Tire
uma minúscula fração dos milhões e compre magnésio, para livrar-se da doençarada toda que o
espera. No Alto Tocantins, vivem 20 pessoas com mais de 100 anos de idade, porque a terra lá é
rica em magnésio. No Cáucaso, chegam a 125 anos, alguns a 150, porque as searas e fontes são
ricas em magnésio.

16. ONDE COMPRAR O MAGNÉSIO CERTO? Nunca os comuns de farmácia, pois fazem mal à
saúde pelos 3 a 5 por cento de impurezas que contêm. Recomendo as lojas que fornecem material
para laboratórios. [No seu “Artigo Mirim” nº 14, de 1994, Pe. Beno dá uma lista de 60 empresas em
15 cidades, de Rio Grande-RS até Rio de Janeiro-RJ – que deixei de transcrever por que os
endereços são muito antigos].

O magnésio certo deve ser o CLORETO DE MAGNÉSIO P.A. (P.A. = Para Análise). [Na época do
padre Beno, as marcas que ele recomendava eram: Reagen, Isofar, Caal, Vetec, Synth, Eleibra,
Cinética e Merck.]

Atualmente, pode-se comprar nas farmácias um envelope com 33 gramas (que dá para um litro
de solução), da marca Multilab. O produto se chama “Clomag PA”, custa em torno de R$ 1,20 (em
5/2003) e dá como indicações e modo usar as mesmas recomendações do padre Beno. Mas veja um
trecho do “Artigo Mirim” do padre Beno, em 1994: “Pior é a Multilab, que imprimiu um artigo meu,
falsificado, para vender magnésio para o gado, com lucros de 500 por cento”. Não sei se esse
magnésio que a Multilab está vendendo nas farmácias ainda seria hoje amaldiçoado pelo padre
Beno, pois não tenho detalhes.

Existe também um produto da marca Ifal, com 33 gramas, que comprei por 66 centavos...

Em Porto Alegre, tenho comprado da Importadora Química Delaware Ltda - Rua Morretes nº 376
- CEP 91030-300, fone (51)3341-0812, e-mail vendas@delaware.com.br [tem telentrega]. Eles
oferecem 2 produtos: o que eles chamam de “puríssimo” (500 g por 12 reais em maio/03) e que
dizem ser de grau farmacêutico, o mesmo vendido como P.A. em outra embalagem, mas esse mais
barato seria embalado pela própria Delaware. Já o tipo P.A. é da marca Synth (as duas coisas são
recomendadas pelo Pe. Beno), que eles vendem por R$ 16,90 e vem na embalagem do fornecedor
(Labsynth Produtos para Laboratório Ltda - Av. Dr. Ulysses Guimarães, 3857 - Vila Mary, Diadema -
SP). A fórmula é igual à que aparece nas embalagens dos magnésios de farmácia (MgCl2
.6H2
O),
mas este da Synth traz também o peso molecular (203,30) e as especificações, inclusive teor
máximo de impurezas. É possível que o magnésio embalado pela Delaware seja tão bom quanto o
fornecido pela Labsynth. Porém, pelo sim pelo não, tenho comprado o que diz “P.A.”, apesar de ser
mais caro

Dr. Luiz Moura no DVD sobre a Autohemoterapia Contribuição à Saúde. recomenda:
solução para uso oral: 20 gr em 1 litro de água
e 10 gr para uso tópico (para lavar feridas, machucados etc)

FONTE: http://www.orientacoesmedicas.com.br/opiniao_integra.asp?cdg=3825&u=15

MAGNÉSIO - A luz da vida
por Alberto Schläpfer
http://amigosdacura.ning.com/profiles/blogs/magnesio-a-luz-da-vida
No centro da molécula de clorofila, presente em todas as plantas, está um mineral
essencial para a vida, o magnésio. É ele que captura a luz solar e a transforma em energia
num processo conhecido como fotossíntese. É interessante notar que a clorofila é quase
idêntica à hemoglobina, uma molécula presente no nosso sangue e responsável pela
oxigenação dos tecidos – a diferença entre estas duas moléculas é que o átomo central da
hemoglobina é o ferro, e o coração da clorofila é o magnésio.
Nas plantas é o magnésio que vai transformar a luz em alimento. Deste fato depende toda
a vida na face da Terra. Se as plantas não tiverem magnésio, elas não são capazes de se
nutrir através dos raios solares. Quando o magnésio está deficiente a planta definha, perde o viço e
começa a morrer. Nós somos assim também – não poderíamos respirar, mover os músculos ou usar nosso
cérebro sem magnésio suficiente em nossas células.
Enzimas e energia
A função principal do magnésio é na ativação enzimática – este mineral está envolvido em mais de 350
reações enzimáticas essenciais à vida, abrangendo todos os aspectos da fisiologia humana. Também tem
ação direta na produção de ATP, a molécula de energia do nosso corpo,
no funcionamento do músculo cardíaco, na formação de ossos e dentes, no relaxamento de vasos
sanguíneos, na função intestinal, e em muitos outros órgãos e tecidos.
A ciência moderna e a medicina ignoram o magnésio. Milhares de dólares e euros são gastos em
pesquisas de ponta para descobrir novos medicamentos, e o que é simples e eficaz é desprezado. Os
médicos na sua quase totalidade não prescrevem magnésio e desconhecem o seu real potencial na cura e
prevenção de inúmeras doenças e sintomas.
Magnésio no corpo
Aproximadamente 60% do magnésio está armazenado nos ossos, 26% nos músculos, e os 14% restantes
estão distribuídos pelos outros tecidos e fluidos corporais. Há uma alta concentração de magnésio nos
órgãos mais ativos metabolicamente, como o cérebro, coração, fígado
e rins. O magnésio é tão precioso para o corpo que fica quase todo guardado dentro das células, no
compartimento intracelular. Somente 1% do nosso magnésio total circula pelo sangue.
Por esta razão quando o médico solicita a dosagem de magnésio no sangue, ele vai ter uma idéia errônea
da situação real. Quase sempre o magnésio se encontra dentro dos níveis de referência considerados
normais.
Se o magnésio presente no sangue estiver baixo, isto significa que a situação está crítica e há uma
deficiência crônica e perigosa. Na verdade a deficiência de magnésio deve ser medida pelos sinais e
sintomas que o indivíduo apresenta, e as estimativas são de que 80% da
população têm carência de magnésio.
Pesquisas
No PubMed, um site que publica pesquisas médicas indexadas, pode-se encontrar alguns milhares de
estudos científicos sobre os benefícios de vários compostos de magnésio na saúde humana, abrangendo
enxaquecas, depressão, ansiedade, insônia, dor, memória, hipertensão
arterial, e muitos outros mais, demonstrando a impressionante versatilidade deste mineral curativo.
Sinais e sintomas
A deficiência de magnésio pode ser detectada a partir de queixas, desconfortos e diversas doenças
presentes no indivíduo:
• ansiedade e pânico
• depressão
• insônia
• nervosismo
• hiperatividade
• desordem de atenção
• doença cardíaca

• trombose
• hipertensão arterial
• batimentos irregulares
• doença hepática
• doença renal
• cálculos
• cistites de repetição
• diabetes
• síndrome metabólica
• hipoglicemia
• fadiga crônica
• doenças intestinais
• constipação
• soluços
• asma
• pré-eclampsia e eclampsia
• tensão pré-menstrual
• infertilidade
• cólica menstrual
• osteoporose
• cárie dental
• câimbras
• dores musculares
• espasmos musculares
• fraqueza muscular
• enxaquecas
• dor lombar
• envelhecimento precoce
• stress
Tipos de magnésio
O magnésio é um sal mineral e está presente na natureza sempre associado a outras moléculas orgânicas
ou inorgânicas, como minerais e aminoácidos. Alguns exemplos:
• cloreto de magnésio
• citrato de magnésio
• aspartato de magnésio
• óxido de magnésio
• carbonato de magnésio
• orotato de magnésio
• sulfato de magnésio
• gluconato de magnésio
Por que CLORETO DE MAGNÉSIO?
Tanto o magnésio quanto o cloro tem grande importância na manutenção da saúde e vitalidade. O cloro é
necessário para a produção de grandes quantidades diárias de suco gástrico, usado para digerir os
alimentos que ingerimos, e ativa enzimas responsáveis pela pré-digestão dos amidos. O magnésio, além
de tudo o que foi dito acima, também age no rejuvenescimento ao prevenir a calcificação dos nossos
vasos, órgãos e tecidos, um processo característico da degeneração corporal ligada ao envelhecimento.
Se optarmos por outros sais de magnésio, o corpo vai despender energia extra para convertê-los em
cloreto de magnésio. Para absorver o óxido ou carbonato de magnésio o corpo vai precisar produzir uma
quantidade extra de ácido clorídrico. Em indivíduos idosos, especialmente com doenças crônicas ou em
uso de medicamentos que controlam a acidez estomacal, a produção de ácido clorídrico é
insuficiente, o que dificulta a absorção destes outros sais de magnésio. Neste caso os íons de cloro são
absolutamente necessários para permitir a assimilação do magnésio.
Mais benefícios
Além disso, o cloreto de magnésio tem uma ação no combate de infecções, tanto via oral como tópica.
Em 1915, um cirurgião francês, Pierre Delbet, descobriu que a aplicação de uma solução de cloreto de
magnésio em feridas externas tinha um efeito estimulante na atividadeleucocitária e na fagocit

tose, o que acelerava a cicatrização e prevenia a infecção do ferimento. Seu
interesse foi tão grande que ele começou a pesquisar e descobriu sua ação imunoestimulante e tonificante
geral quando tomado por via oral. Muitos outros pesquisadores, anos depois, chegaram às mesmas
conclusões.
Concluindo
O tratamento com cloreto de magnésio visa a suprir deficiências nutricionais sistêmicas, a melhorar o
funcionamento de nossas células e do sistema imunológico, além de proteger as células do dano
oxidativo.
Os “milagres científicos” da Medicina
Apesar de toda a fortuna investida pelos grandes laboratórios na busca de medicamentos fabulosos e
mirabolantes, no século 21 a humanidade continua sendo vitimada por doenças crônicas e degenerativas
cuja incidência aumenta cada vez mais. Diabetes, doença
cardíaca, câncer, obesidade, doenças neurológicas, depressão, osteoporose – estas pragas modernas
explodem e fogem do controle de autoridades médicas, sanitárias e governamentais, e o pior é que eles
estão perdidos e confusos sobre fatos básicos ligados à saúde.
A simplicidade do magnésio
Se estes pesquisadores abrissem um pouco os olhos veriam que a base da verdade científica na medicina
está no magnésio, pois ele está no centro exato da vida biológica, assim como o ar e a água. Simples
assim. Sem o magnésio nosso corpo colapsa, entra em pane, perde a
energia, não consegue efetuar reparos aos danos sofridos. O cloreto de magnésio pode ser considerado
como uma solução
médica milagrosa para a humanidade. Quando os níveis celulares baixos são corrigidos é isso que parece,
que um milagre ocorreu. Inúmeras queixas se vão sem nenhum dos remédios modernos, que intoxicam e
não cumprem o papel de curar.
Coração e magnésio
Durante e logo após um enfarte acontecem alguns eventos, a saber:
- aumento do dano ao coração devido à concentração deíons de cálcio no músculo cardíaco,
- formação de coágulos que podem bloquear os vasos coronários,
- redução do fluxo de sangue porque os vasos sanguíneos entram em espasmo, ocorrido no músculo
cardíaco,produzindo contrações defeituosas.
Ação do magnésio
- dilata os vasos sanguíneos,
- neutraliza a ação do cálcio, prevenindo o vaso espasmo,
- ajuda a dissolver os coágulos,
- reduz dramaticamente o tamanho do dano cardíaco e previne a arritmia,
- age como um antioxidante contra a ação dos radicais livres no local afetado pelo enfarte.
Atenção: quando se usa medicamentos para o coração, principalmente diuréticos para reduzir a pressão
arterial, ocorre uma depleção de magnésio, que é eliminado junto com o potássio. O magnésio é essencial
para estabilizar a atividade do músculo cardíaco.
Insulina e magnésio
O magnésio é necessário para a produção de insulina pelo pâncreas, e também ajuda na sua função de
metabolizar a glicose sanguínea. Há uma interação entre o mineral e o hormônio – é a insulina que
transporta o magnésio para o interior das células.
Em um estudo feito no Gonda Diabetes Center, na Califórnia, 16 voluntários saudáveis foram colocados
numa dieta deficiente em magnésio, e a sua insulina tornou-se menos eficiente em mover a glicose do
sangue para as células, onde ela é utilizada como fonte de energia ou
armazenada para uso futuro. Por outro lado, quando ocorre a resistência insulínica, primeiro passo no
caminho do diabetes tipo 2, ou quando
nosso corpo já não produz insulina suficiente, nós não conseguimos estocar o magnésio dentro das
células, que é onde ele deve estar, e os rins simplesmente excretam o magnésio circulante no sangue.
Esta relação íntima entre magnésio e insulina determina o status de nossa saúde.
Magnésio e insulina precisam um do outro, e nós precisamos dos dois. Níveis baixos de magnésio
intracelular e no sangue estão associados com a resistência insulínica, com intolerância à glicose, e com a
redução da secreção de insulina pelo pâncreas.
Diabetes, doença cardíaca e magnésioO magnésio intracelular ajuda a r

elaxar os músculos, e se nós não conseguimos estocar magnésio, ele vai
ser eliminado via urina, o que vai fazer com que os vasos sanguíneos fiquem contraídos, aumentando a
pressão arterial e reduzindo o nosso nível de energia. Assim
podemos perceber claramente a intima relação entre o diabetes e a doença cardiovascular.
Ansiedade, depressão, stress e magnésio
É cada vez mais comum e mais banalizado o uso de drogas psiquiátricas contra a depressão, ansiedade,
stress e outros sintomas mentais, como o pânico, a compulsão alimentar, as dependências de álcool e
tabaco, e fobias diversas. Drogas pesadas com inúmeros efeitos colaterais,
causadoras de dependência e que não curam o problema. Estes sintomas podem estar ligados a uma
deficiência de magnésio.
As pessoas não apresentam depressão ou ansiedade porque o corpo tem deficiência de Valium ou Prozac,
ou outros medicamentos do mesmo tipo. Estas drogas não são usadas pelo nosso corpo nos importantes
processos metabólicos, ao contrário do magnésio, cuja deficiência pode levar ao aparecimento de
sintomas na esfera psicológica.
O magnésio relaxa o sistema nervoso por diversos mecanismos. Além de agir na musculatura contraída,
ele também é bloqueador natural de um receptor cerebral chamado NMDA. Este receptor é estimulado
pelo cálcio levando a uma hiperexcitação do cérebro, com
irritabilidade, ansiedade, depressão e stress. O magnésio age como antagonista, impedindo esta
hiperexcitação, ajudando a acalmar o sistema nervoso.
Osteoporose e magnésio
Existem aproximadamente 18 nutrientes essenciais para ossos fortes e saudáveis, incluindo o magnésio. É
um grande erro suplementar somente o cálcio quando se quer tratar ou prevenir a redução da densidade
óssea.
O cálcio domina soberano o tratamento da osteoporose, e os médicos receitam este mineral sem ter a
mínima idéia das consequências bioquímicas do desequilíbrio que estão ajudando a causar. Se houver
deficiência de magnésio, este cálcio, em vez de se fixar no osso, vai se depositar em tecidos moles como
as juntas, causando artrite, ou nos rins, contribuindo para a formação de cálculos renais, ou ainda nos
vasos do coração, levando ao entupimento das coronárias e enfarte.
O magnésio tem múltiplas funções no metabolismo ósseo
- níveis adequados de magnésio são essenciais para a absorção e utilização do cálcio.
- o magnésio estimula a produção de calcitonina, um hormônio que ajuda a preservar a estrutura óssea e
retira o cálcio excedente da circulação sanguínea e dos tecidos moles, fixando-o no osso.
- também suprime a ação de outro hormônio ligado ao metabolismo ósseo, o paratormônio, reduzindo a
reabsorção óssea.
- o magnésio é necessário para converter a vitamina D inativa na sua forma ativa, o que ajuda a aumentar
a absorção de cálcio.
- as reações enzimáticas necessárias para formação de osso novo são magnésio dependentes.
Equilibrando cálcio e magnésio
Pesquisadores finlandeses associaram uma altíssima incidência de casos de enfarte e osteoporose no país
a uma dieta em que a proporção entre cálcio e magnésio é de 4 para 1. Isto ocorre também nos Estados
Unidos, onde a proporção é de 5 partes de cálcio para 1 parte de
magnésio.
A conclusão é que a nossa alimentação tem grande ênfase no cálcio sem o cuidado de equilibrar o
magnésio. A preocupação com a osteoporose e a suplementação de pílulas de cálcio aumenta ainda mais
este desequilíbrio entre os dois minerais.
O correto seria manter a proporção em no máximo 2 partes de cálcio para 1 parte de magnésio. Na dieta
do homem paleolítico esta proporção era de 1 para 1. Mesmo uma pequena deficiência de magnésio
torna-se um grande fator de risco para o desenvolvimento da osteoporose.
Se existe muito cálcio no corpo, especialmente proveniente da suplementação do cálcio, há uma grande
redução na absorção do magnésio, o que piora ainda mais o quadro da osteoporose. Este cálcio que não se
fixa no osso é chamado de cálcio patológico, e vai se depositar nos
tecidos moles causando diversas doenças, já citadas acima.
Comendo magnésio
Como melhorar a alimentação para obter mais magnésio?
O teor de magnésio de todas as folhas verdes, nozes e sementes, grãos e leguminosas, é dependente da
qualidade do solo. Seria muito importante que este solo fosse rico em magnésio, o que não ocorre de

modo geral, porque os fertilizantes utilizados são à base de nitrogênio,
fósforo e potássio, que fazem a planta crescer muito e parecer saudável, mas a depleção crônica de
minerais essenciais no solo empobrece os nossos alimentos. E por isso vivemos num estado carencial
crônico, cujas consequências são mais evidentes à medida que envelhecemos.
Suplementando magnésio
Se 80% da população é deficiente em magnésio, está na hora de suplementar o magnésio. E o cloreto de
magnésio é uma forma barata, segura e eficaz de se obter ou recuperar a boa saúde. Quem mais precisa
deste mineral:
idosos
diabéticos e pré-diabéticos
pessoas em dietas restritivas
uso crônico de bebidas alcoólicas
usuários de medicamentos para o coração
usuários de antiácidos
praticantes de atividade física intensa
hipertensos
portadores de osteoporose
portadores de doenças cardíacas
grande stress mental
Quanto magnésio tomar?
O cloreto de magnésio em pó (PA) deve ser diluído em água filtrada ou mineral. Para 1 litro de água
coloque 2 colheres de sopa rasas, o equivalente a 20 gramas de cloreto de magnésio. Misture até dissolver
e guarde na geladeira.
A dose básica a ser tomada é 50 ml (1 xícara pequena de café) 1 a 2 vêzes por dia.
Para o tratamento de deficiências mais sérias esta dose pode ser aumentada para 3 a 4 vêzes por dia. Se
houver
qualquer reação adversa, como diarréia, náusea, sonolência, aumento/diminuição da pressão,etc. reduza as
doses ou tome dia
sim/dia não. Depois volte a tomar a dosagem necessária.
Para a limpeza de feridas a proporção é de 1 colher de sopa rasa em 1 litro de água filtrada ou fervida.
Texto: Dra. Tamara Mazaracki
Graduação em Medicina – UNIRIO
Membro da Associação Brasileira de Nutrologia - ABRAN
Título de Especialista em Nutrologia - Associação
Médica Brasileira - AMB
Pós-Graduação em Terapia Ortomolecular, Nutrição
Celular e Longevidade - Faculdade de Ciências da Saúde de
São Paulo - FACIS-IBEHE
Obs.: Para o Clor. de Magnésio comprado em farmácia (pote de 33g) é só dissolvê-lo em 1 litro de água.
Esta
solução fica mais concentrada do que a feita com o vendido no atacado (PA) de 500g. A dose é de 4
colheres de sopa (40ml), que dá a medida de 2 dedos (na horizontal)em 1 copo. Daí para cima é só
acrescentar o líquido que preferir (água, sucos, refrescos). Não precisa beber puro não!
Se o magnésio presente no sangue estiver baixo, isto
significa que a situação está crítica e há uma
deficiência crônica e perigosa. Na verdade a deficiência
de magnésio deve ser medida pelos sinais e sintomas que o
indivíduo apresenta, e as estimativas são de que 80% da
população têm carência de magnésio

 

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